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Qual é a melhor forma de se produzir vidros laminados?

A produção do vidro laminado de temperados, também denominados temperados-laminados, foi um dos motivos dessa empresa fluminense instalar a laminação com EVA. Outro motivo foi separar a produção segundo as “tiragens e espessuras especiais”.

A laminação de grandes tiragens em chapas de 2.000 mm de altura por até 4.000 mm de comprimento continuou sendo produzida com PVB. Já as peças pequenas ou muito espessas, ou ainda peças especiais dotadas de desenhos internos ou cores, passaram a ser produzidas com EVA. Destaque-se que, com EVA tal empresa se equipou para produzir vidros com espessura de até 60 mm para um formato de 1.800 mm x 1.800 mm.

Já uma laminadora de vidros instalada no interior paulista utilizava o EVA para produzir os vidros com recortes especiais, os multilaminados e os laminados de temperados que, no caso dela, eram as peças que não possuíam grande produtividade.

Apesar de trabalhar, há mais de dez anos, com resina, uma transformadora mineira decidiu há alguns anos, substituir seu sistema de produção de vidros laminados com resina bicomponente pela produção com EVA. Segundo o gerente comercial dessa empresa, a qualidade ótica dos vidros laminados com o EVA é superior ao da resina.

A decisão para utilização do EVA por essa empresa foi motivada pelo aumento de pedidos de vidros laminados de temperados. No caso, a opção de produzir pelo sistema que utiliza PVB foi descartado por três motivos:

  1. O alto custo do investimento inicial em uma linha de produção de laminados com PVB, que inclui a instalação de autoclave;
  2. A exigência de alta demanda de produção para esse sistema se torne viável e se mantenha lucrativo;
  3. Consenso entre transformadores de vidros de que a produção de laminados de temperados seja mais complicada com o PVB, embora essa afirmação seja questionada pelos fabricantes de PVBs.

Assim como essa empresa mineira, diversas outras fizeram tal substituição, de resina para EVA, na forma de produção, sendo que algumas argumentaram que a baixa produtividade no sistema com resina desfavorece essa técnica.

Qualidade

Tal versatilidade do sistema de produção de laminados com EVA, entretanto, deve ser acompanhada de cautela por parte dos produtores. Isso porque existem no mercado diversas marcas de qualidade duvidosa, provenientes de países asiáticos. Muitas delas interessadas apenas em vender uma única vez, sem compromisso com a qualidade final dos vidros. A utilização de material de qualidade inferior pode acarretar em laminados com transparência prejudicada, o surgimento de bolhas e até mesmo a delaminação após o produto instalado.

Uma dica para se evitar essa situação é adquirir o material de fornecedor idôneo no mercado, como o Evalam. Ele é fabricado pela Pujol, empresa espanhola fundada em 1911 que é o único fabricante mundial que, além do material, também fabrica fornos de EVA.

A empresa produz, inclusive, um forno exclusivo e sem autoclave que permite que o produtor trabalhe tanto com PVB como com o EVA.

A Pujol é representada no Brasil pela Vetro Máquinas.

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